Trovoadas do Além, por Paulo André

Desperto no meio da fronteira

Que separa o mal e o bem

Revejo a vida inteira

Do abismo estou a beira

Ouço Trovoadas do Além
A jornada começa assim

Nem mais me reconheço

A besta fera salta de mim

Apenas o começo do fim

Apenas o fim do começo
Trovoadas de pensamentos

O mundo em minha palma

Navego pelos elementos

Encaro todos tormentos

O Cosmos em minha alma
Entre pedras e rochedos

Entre o claro e o escuro

Vencendo todos os medos

A chave de todos os segredos

Do passado, presente e futuro

 

 

Aberto todo o meu ser

Falo mas estou mudo

Vida após morrer?

Vida antes de nascer?

Já vou saber de tudo
O espírito a contempla-lo

Majestoso palácio de Walhalla

O segredo é só ama-lo

A vida é só o intervalo

Separando os dois tempos da batalha
Entre trovoadas e a bonança

Sair ou voltar ao pó?

Qual lado não tem importância

Vida e Morte é semelhança

As Dimensões são uma coisa só

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